A maturidade de Breath of Fire II


Passei as últimas semanas aproveitando minhas férias, e com tempo extra me veio a maluca ideia de fazer uma maratona saudável de Breath of Fire. O porquê vocês me perguntam? Porque sim, oras. 

Vocês deviam fazer o mesmo!

Nos anos 90 a Crapcom teve a louvável ideia de entrar no ramo dos RPGs de consoles, BoF foi a primeira aposta dela no SNES, e apesar dos concorrentes de peso que podiam ofuscar o sucesso e fazer com que a novata série fosse esquecida através das eras, ela não se intimidou e surpreendeu, indo bem nas críticas. Então a Crapcom não pensou duas vezes e pouquíssimo tempo depois lançou o segundo jogo, esse que iria reafirmar o porquê que essa série veio, deixar lágrimas. Depois disso tivemos mais jogos carregando esse nome e a responsabilidade de manter a qualidade, e digamos que boa parte deles conseguiram muito bem!

Apesar de BoF nunca ter atingido um sucesso estrondoso como FFs da vida, ele com certeza foi um marco pra época e pro gênero de JRPGs, e até hoje é lembrado por toda sua excelência através das gerações, mesmo não tendo o amor que ele tanto merece. 


O mundo de Breath of Fire


Pra vocês que não conhecem a série completamente, deixem-me salienta-los de alguns breves detalhes. Os jogos da série possuem "universos isolados próprios", e não são “oficialmente” ligados diretamente uns com os outros, logo, cada jogo possui sua própria historia. Ainda assim todo título da série possui elementos semelhantes entre eles, por exemplo: o protagonista é sempre um garoto de cabelos azuis chamado Ryu, sempre temos uma garota com asas que se chama Nina, entre outras semelhanças não tão óbvias, mas existentes.



O fato de cada título possuir fatores semelhantes entre eles abre discussões e teorias sobre suas prováveis ligações, o que é algo divertido de se discutir e analisar também. Então até hoje tenho minhas dúvidas sobre as ligações dos mundos dessa série. Mundo que é composto por reinos, vilarejos e várias raças, a maioria criaturas antropomórficas vivendo em cidades ou em florestas com sua própria cultura, quase sempre divididas por clãs.

Sprites = vida 

Temos conflitos políticos, sociais, dimensionais entre deuses e demônios, humanos ou homens- cachorro (ou homens-tatu, sapo, ornitorrinco), enfim, a diversidade do mundo de BoF é ENORME, tanto nos temas abordados quanto nos elementos que compõem o universo. Os conflitos aqui são baseados nos problemas do mundo real, então é uma série extremamente madura, e é uma proeza que se estabelece em todos os títulos da série, TODOS. A visão tecnológica de BoF é bem imprecisa, apesar do mundo sempre, (exceto BoF V) parecer medieval, não é incomum ver fantasiosas engenhocas tecnológicas pelos games. O que define o mundo de BoF é DIVERSIDADE, lembrem-se disso. 

Com esse rápido resumo sobre questões básicas do universo da série, podemos finalmente começar.

Questões técnicas e jogabilidade



E essa é a capa do lançamento nos EUA... Galera lá de trás ficou muito foda até, mas olha esse Ryu, que zoado. Vocês sempre me impressionam, EUA...

AHBUGABUGABAGUDAH

Como é de praxe nos JRPGS dessa época, a jogabilidade é baseada em dugeons extensas, (no caso de BoF isso é ainda maior) puzzles e as famosas batalhas por turno, coisa que saiu completamente de moda na sétima geração, né... triste. O jogo é esteticamente muito bem feito, os personagens possuem várias animações em sprites, o que pra época é algo bem legal, existe uma boa variedade de golpes e a trilha sonora não deixa a desejar também.



Uma versão remake pra GBA foi lançada anos depois, e deixou o jogo ainda mais lindo, recomendo pra quem quiser jogar ou "rejogar" essa obra prima. BoF2 dá um grande salto nos sistemas de combate comparados ao primeiro jogo da série, trazendo um novo modo de jogo do qual eu gosto bastante: o sistema Shaman!



Pra resumir, é um sistema de batalha onde usamos essas mocinhas fundindo com os personagens do jogo, elas não são obrigatórias pra seguir no game, mas deixam tudo bem mais diversificado e divertido com toda certeza. As fusões servem pra aumentar as habilidades, e no processo acabam por mudar suas aparências também, é deveras interessante. Queria que tivesse virado um elemento comum em todos os jogos da série, mas... Okay... 




Personagens

Ryu: Um Shounen hero de JRPG "básico" como em todas as suas reencarnações na série, mas como sempre digo, simplicidade não é um demérito, principalmente quando bem trabalhado, e esse é caso em BoF. Ryu se vê sozinho no mundo "do nada" e tenta se reerguer na vida, acaba crescendo e virando um caçador de recompensas com seu melhor amigo, e em suas perambulâncias pelo mundo,  se envolve com inúmeros personagens e aventuras. É como sempre um integrante de um clã poderoso de dragões e possui a singela habilidade de se transformar em vários lagartões e torrar seus inimigos.


Nina: Minha Nina favorita da série! Pertence ao clã da galerinha com asas,  e  é uma descendente distante da primeira Nina de BoF, mas há algo diferente nessa linda mocinha voadora. Suas asas nasceram escuras, algo tido como mau presságio em seu reino e cultura, mesmo sendo princesa de sua raça, é exilada e obrigada a vagar pelo mundo, treinando e buscando conhecimento. Uma ótima maga na party é sempre bem vinda.
Bow: É o "pessoa-cachorro" da party desse BoF, e o primeiro amigo de Ryu ainda na infância, e apesar de não ter as melhores intenções quando mais novo, acaba se tornando um ótimo amigo e pessoa, trabalhando com Ryu como mercenário em busca de ganhar dinheiro. Mas num mundo pacífico como no que vivem acabam arranjando apenas trabalhos simplórios, esses que posteriormente os levam a situações bem mais complexas.
Katt: É a primeira "pessoa-tigre" da série. Apesar da sua introdução não ser das mais amigáveis acaba se tornando uma grande e fiel amiga de Ryu. Extremamente importante na party por suas qualidades, é com certeza uma das minhas personagens favoritas da série.
Rand Marks: um Homem-tatu-bola, ajuda Ryu em uma de suas missões como mercenário para resolver um problema de conspiração mundial, algo que tem bastante no mundo desse BoF, por sinal. Acaba ficando na party e  ajudando seus amigos a resolver... mais conspiração mundial. É responsável pela cena mais triste do jogo também.
Deiss: A divindade desbocada, pervertida e politicamente incorreta que tanto adoro. É uma personagem opcional,  mas extremamente importante na série, tendo várias "reencarnações" também. Ela é bem secreta nesse jogo e não possui nenhum plot realmente significante, fica mais como um adicional pra quem já a conhece de BoF1. Ela é altamente útil graças as suas magias fodásticas, então é um baita adicional.








Existem outros personagens ainda, como: Sten, um "homem-macaco" extremamente útil na party com um ótimo background, Jean, um "homem-sapo" personagem altamente carismático assim como Glenn de Chrono Trigger, (viva aos homens sapos, eles sempre são legais). Temos também Spar, "pessoa-planta" assexuada com habilidade de se comunicar com a natureza. Um EXCELENTE elenco com os destinos entrelaçados de uma forma convincente e incrível como é de costume nos bons JRPGs. A narrativa do jogo é incrível e você realmente se apega a eles no decorrer, é com certeza meu elenco favorito dos BoFs.

Enredo

Trata-se basicamente de uma maluca conspiração mundial de seres malignos que usam a fé do povo como beneficio próprio para atingir seus planos filhos da putas. Ora, vejam só, lembram quando eu disse que BoF usa problemas do mundo real em seus plots? Pois é...

O nome da religião aqui é St Eva, e quem a segue é Evanista, e não, não são fanboys imbecis de Evangelion compartilhando Dojinshis ridículos em grupos do facebook afastando qualquer pessoa com o mínimo de sanidade que quer realmente discutir teorias interessantes. São só religiosos radicais de ideais malignos que se espalham pelo mundo como praga, o que eu considero igualmente terrível e desmotivador.



O jogo começa com Ryu indo atrás da sua pequena irmãzinha que gosta de tirar um cochilo perto de UM DRAGÃO, porque isso é confortável pra ela e a faz sonhar com sua mãe, que é tida como morta depois de certos eventos. Oh, e esse dragão está aí pra impedir que demônios do mal saiam e toquem o terror no mundo. Sua irmãzinha incita Ryu a tentar fazer o mesmo, dormir perto do dragão e ver o que acontece, e então Ryu o faz, e porra, ele com certeza se arrepende de ter seguido a ideia dessa infeliz. Ryu tem um sonho com isto aqui oh:


É... Não foi um sonho legal, não.

Ryu se levanta e vai pra casa,  ele não acha o pai nem a irmã, tudo está diferente e ninguém lembra dele. Cara, Ryu tem 6 anos nessa época, imagino o quão traumatizante isso deve ter sido. Enfim, Hulk, um pastor que ali se encontra,  adota Ryu como orfão e lá ele conhece Bow, seu amigo cachorro, que nessa época é só um colega gordinho que o mete em enrascadas. Eventos acontecem e eles dão no pé desse local, indo parar numa caverna como abrigo da chuva e dando de cara com um...

Isso.



Esse demônio dá um K.O em Bow, conversa um pouco com Ryu sobre: "criança destinada, fraco, mimimi, testar você, mais tarde te ligo e nós resolvemos isso", e BAM, dá um K.O em Ryu também.
Nesse momento, logicamente você não entende nada, mas mais pra frente isso é explicado, claro, e terá um significado bem interessante. Enfim, 10 anos depois, os dois amigos de alguma forma sobreviveram, isso porque o diacho aí quis. Eles agora estão mais maduros e são mercenários desesperados por trabalho pra conseguir algum dinheiro e ter o que comer. Esse evento da caverna fica como um sonho/alucinação pra ambos.

E essa é introdução do enredo de BoF2, e junto com BoF3 formam a dupla das melhores introduções dos jogos de toda série! E como já disse antes, é a partir daí que seus trabalhos mercenários os levam a conhecer o mundo e se envolver em várias peripécias.

Melhor fanart da vida

No decorrer, temos as ótimas introduções aos personagens e vamos nos apegando gradativamente a eles. Muitas coisas começam a acontecer e o enredo começa a fazer sentido, ao mesmo tempo que nos joga ainda mais mistérios.

E é aqui que quero expor uma coisa pra vocês... BoF2 é um jogo cultuado por ter um final "terrível, triste e destruidor de corações" e isso em parte é muito verdade, o fato dele ser cultuado por um nicho que cria uma vertente de opinião replicada na comunidade  só aumenta esse tipo de visão sobre ele. BoF2 tem, sim, seu final "perturbador", que é um tanto simples e se projeta caso você tome uma decisão errada no seu gameplay, acarretando um gameover irreversível... Pois é, mas é uma decisão tão imbecil que se você a fez, você merece mesmo, seu infeliz.

Mas eu não considero BoF2 tão destruidor de corações assim, até porque se comparamos com a CRUELDADE de BoF4, as coisas mudam bastante a perspectiva. Porém, ainda assim, é um jogo carregado de FEELS e com uma final difícil, algo que pelo apego aos personagens e seus sentimentos pessoais acabamos nos padecendo no processo.

Mas, veremos isso mais à frente. Deixo aqui esses detalhes para os que ainda não jogaram e pretendem, pois quero discutir um pouco sobre o enredo. Isso quer dizer: spoilers, e se você ainda não o jogou... já sabe.

A maturidade de Breath of Fire II 

São muitos os casos em que BoFII mostra-se "difícil" de lidar em seus acontecimentos, vamos aos exemplos: os membros do clã de Nina possuem a capacidade de se metamorfosear completamente em uma ave gigante, o preço para tal é de perder todas as sua memórias do que já foi alguma vez na vida, sua forma original, e ainda é um ato irreversível... Nossos heróis precisam chegar no outro lado do mundo visando derrotar os demônios que querem destruir tudo, mas estão incapacitados. Nina, na tentativa de ajudar seus amigos toma a decisão de se sacrificar dessa forma, simplesmente pra leva-los ao destino, mesmo com nenhuma garantia que eles consigam livrar o planeta destas criaturas.

É então que entra Mina, a irmã de Nina.


A irmã de Nina sacrifica toda a sua existência e memórias apenas para ajudar e proteger a sua irmã desse destino... E esse é um dos chutes no saco que esse jogo nos dá.



Temos também o exemplo da mãe de Rand, que constantemente o xinga de todas as formas e todo o tempo, não demonstrando nenhum tipo de afeto, mas protagoniza a cena mais emocionante desse jogo pra maioria dos players. Tá aqui o vídeo pra vocês chorarem um pouco:



Antes de falar de mais momentos tristes, vamos às...

Conspirações e Eventos finais


Em determinado momento, encontramos o pai de Ryu, que está preso numa máquina tendo seus poderes mágicos sugados, que posteriormente nos explica tudo que aconteceu. E aqui onde temos o final "ruim" do jogo. Se escolhermos matar o pai de Ryu para impedir que a maquina sugue mais sua energia, pegamos o final ruim. Agora, se escolhermos destruir a máquina, continuamos o jogo para decidir entre os outros finais que restam.



São MUITOS os acontecimentos que nos levam aos momentos finais do jogo, MUITOS MESMO, existem dugeons que explicam e dão ainda mais abrangência para os plots pessoais do elenco, algo que eu recomendo demais que todos façam, logo não ficarei discutindo isso aqui. O que eu quero discutir aqui é a cena incrível que se sucede nos momentos finais desse jogo, e o significado por trás dessa obra de arte em 16 bits.



Na ultima dugeon, Ryu passa por um teste dos anciões do seu clan para receber a sua ULTIMATE SKILL, que se chama Inifinity ou Anfini.

Pra quê serve? Não sabemos ainda.

No teste, Ryu teria que escolher um amigo fiel para se sacrificar, e apesar de todos os seus amigos se prontificarem, o próprio se oferece como sacrifício, e acaba passando no teste. Os anciões queriam testar a determinação e a coragem do jovem guerreiro. Então os heróis partem para enfrentar os terríveis demônios que ameaçam o mundo, com otimismo de destruí-los para sempre.

É então que um "velho amigãozão" de Ryu aparece: Barubary o demonio que deu uma pisa no jovem Ryu lá no começo do jogo. A luta aqui é demorada e sofrida, e você ainda tem a opção de escolher lutar sozinho, o que deixa isso ainda PIOR. É nos revelado o surpreendente motivo desse diabo maluco ter nos deixados vivos, e querem saber qual é?

PORQUE ELE QUIS.

E tô falando sério.

Simplesmente queria lutar com a criança destinada num momento oportuno e testar sua força, pois é.


Enfim, depois disso finalmente chegamos no ULTIMATE BOSS do jogo, e aqui que rola uma das mais épicas cenas de jogos que já tive o prazer de ver. Seu nome realmente é Deathvan, ou simplesmente: GOD. Sim, enfrentamos "Deus" no final de BoF 2, o que não é necessariamente incomum na série, mas tenho que explicar que as "divindades" que "comandam" tudo em BoF são bem mais obscuras que aparentam. Enfim, numa tentativa de neutralizar os bobões que entraram no recinto, God simplesmente os prende em um espécie de cristal, logo após agradecer por eles terem abrido o portão da caverna.

Claro, ele é educado.

Ryu é o único que consegue se libertar, o que incomoda God. Esse que pra provar a inferioridade de Ryu, começa cruelmente a despedaçar os seus amigos na sua frente... Ele até tenta revidar, mas de nada adianta.



Depois de toda a esbornia, God simplesmente se afasta e deixa Ryu lá sofrendo, e ficando extremamente puto no processo... Daí... Ryu simplesmente começa correr que nem louco pra cima do mano, e é dessa cena ÉPICA que falo!!!!!

AAAAAAAAAAHHHHHH 
TOMA, SEU INFELIZ 


 IMPOSSIVEL NADA, VINGANÇA COMPENS...


Ei... O que é isso aí...?

MAS O QUE A FODA?!?!?!?

Então, pra nosso desespero não tem nada mais que possamos fazer, é aí que usamos nossa ULTIMATE SKILL, que não temos nenhuma ideia do que faz, mas deverá tirar o HP desse infeliz, não é? Pois é, nessa altura do campeonato, você já tá tão acostumado com tragédias que já tá aceitando a morte de todos os seus amigos de uma vez... mas... BAAAAM!!!

A magia mais poderosa do clan de Ryu na verdade é uma grande concentração de pura energia, e ela é bem subjetiva, e deve ter um significado bem complexo, afinal. Enfim, a animação da magia é linda, e o que ela faz? Revive a galera toda, que chega e parte pra cima do... 

daquilo ali.

A luta é bem demorada, e deve ser o bicho que mais suei pra matar dessa série, mas finalmente conseguimos derrota-lo para todo o sempre e libertar o mundo desses seres malignos e viver pra sempre feliz, certo?

Não.

Não é assim, não. 

Quando Deathvan é derrotado, em suas reclamações ele solta um "vou sonhar com destruição", e o ancião do seu clã diz que o mundo mais uma vez está livre dos demônios, e agora ele está descansado selado na caverna... 

Pois é, galera, tantos sacrifícios apenas para "selar" por algumas eras essa criatura maldita. E esse é o final "difícil" que BoF2 nos propõe, mas não acaba por aí.

Finais, suas consequências e como isso afeta você

Como já expliquei antes, as decisões nos levam a finais alternativos: o final onde esquecemos isso de lutar com demônios e deixamos a mãe do Ryu lá guardando o portão, o que resulta nessa tela aqui:


Só um jeito singelo de te dizer que você fez MERDA em não agir contra essas criaturas, os demônios conseguiram se libertar e provavelmente colonizaram o mundo fazendo da terra um rodízio tamanho família... É uma imagem que me lembra bastante Berserk por sinal. 

Temos o final verdadeiro, do qual considero o melhor, onde Ryu ciente de que o mal é um ciclo que se repete, assume o lugar da mãe para proteger o portão da caverna, se transformando num dragão no processo. 



O que faz com que seus amigos se desesperem ao ver Ryu nessa forma dormindo sem poder interagir com eles outra vez, o que é um final difícil mas com um significado incrível. E temos o final bonzinho, onde se resume no pai de Ryu usando sua poderosa magia pra usar a PORRA DE UMA CIDADE pra fechar o portão, fazendo com que Ryu viva feliz com seus amigos pra continuar suas jornadas. E se existe essa possibilidade então... Okay, oras.


Enfim, temos o final verdadeiro e extremamente maduro, como um felizinho, que apesar de mais não perde seu "peso", um jogo com uma maturidade tremenda que está bem longe de ser "preto no branco".  BoF 2 merece todo o carinho e admiração do mundo, merece aplausos ao tratar de temas humanos tão bem. O sacrifício pelo que é importante, as decisões e suas consequências, essa é a lição de BoF2 que mais absorvi, e isso é muito bem sintetizado nesta obra maravilhosa, é sempre interessante ver obras que parecem tão "simples" sendo tão cheias de significado, mais uma prova da capacidade que os games possuem, só temos a respeitar.


  
Fico por aqui, até o dia MIL procês!

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