Valkyrie Profile - Só porque você está correto, não quer dizer que esteja certo



TRÊS ANOS DE BLOG, YEEEEEE!

Nos últimos especiais comemorativos estivemos dando muita atenção aos títulos da minha querida finada e enterrada Squaresoft, mas ela não foi a única a lançar masterpieces na industria, oh, com certeza, não.

Enfim, vocês já sabem de que jogo eu tô falando porque está no título, então vamos lá pois hoje é dia de mais ESPECIAL COMEMORATIVO nesse site que vocês insistem em acessar por motivos de não sei, AEHO!

To my side my noble einherjar!



Valkyrie Profile foi o resultado da parceria entre a "dinossaura" Enix, responsável pelo "nada famoso" Dragon Quest, e a habilidosa Tri-Ace, conhecida principalmente por Star Ocean e pelo notável currículo de seus fundadores na criação de sistemas de batalhas sensacionalmente dinâmicos, desde Tales of Phantasia.


Currículo de verdade, não aquela imbecilidade de "currículo gamer", pelo amor de Odin.

O jogo foi lançado para Ps1 no final de 1999, com um background fortemente baseado, (apesar de errôneo) na mitologia nórdica (ou pelo menos o que sabemos dela, como vemos AQUI) unidos a liberdades artísticas e um desenvolvimento épico e romântico de enredo que merece elogios até da sua vózinha. 

Além disso, também trazia um sistema único, divertido e mirabolante, com diversos combos manuais num combate de turno, junto de uma trilha sonora invejável, daquelas que dá pra você ficar ouvindo no seu WALKMAN enquanto exerce seus afazeres diários, tipo fazer um miojo.

Como estou fazendo agora mesmo.

Que foi? Você não faz isso? Pois tente um dia, seu infeliz.



tô ganhando milhões pra fazer esse merchan, quem precisa de Patreon?

Dá pra dizer que VP oferece tudo aquilo que Jrpgs gostam de oferecer: grandes batalhas, reviravoltas, espadas do tamanho de ônibus e magias titânicas de destruição em massa explodindo na tela.

Mas esse game tinha um jeito bem único e particular de fazer tudo isso.

E fiquem tranquilos, sem spoilers.

 Introdução do enredo 



Com um dos sons mais belos e calmos que a intro de um VÍDJO-GUEIME pode proporcionar, somos apresentados a nossa misteriosa protagonista, Lenneth, uma valquíria recém desperta com vagas lembranças, que foi convocada por nada mais, nada menos, que Odin, o pai dos Aesir, a raça dos  deuses, para explorar o mundo caótico de Midgard em busca de almas humanas dignas de se tornarem seus einherjar, aliados necessários para a grande, apocalíptica e vindoura batalha, o Ragnarok. 

E essa simples e direta premissa explicada nesse simples e direto parágrafo define a empreitada básica de toda a jogatina. Lenneth irá, de região por região, conhecer novos personagens e seus dramas, tentar de alguma forma entende-los, ajuda-los ou simplesmente recruta-los, enquanto busca cumprir sua missão como deidade nórdica. 

Mas nesse processo, também irá descobrir sobre as tramoias do destino que envolve o rico universo dos deuses e humanos inspirados por "nórdicagens" (apesar das confusões com as informações reais), e claro, o seu passado, afinal esse é um Jrpg e seria muito estranho que o protagonista tivesse suas memórias logo de cara, não é mesmo?

Não me venha citar a exceções.

O enredo de Valkyrie Profile é detalhado, bonito, consegue impactar seu receptor, até mesmo emociona-lo, principalmente por ter a ajuda magistral da trilha sonora composta por Motoi Sakuraba, que pra quem não sabe também compôs a trilha de Dark Souls, aquele gueime "pouco conhecido" hoje em dia e que ninguém força a ideia de dificuldade comparando com coisas nada a ver por aí, certo?

Não.

Elementos do universo

imagem que merece ser moldurada e colocada na sala da sua casa. Não sei quem é o artista mas merece um biscoito.
Bolacha... tanto faz, seu ser humano chato.

As Valquírias

São belíssimas deidades de "casta menor", subalternas de Freya e Odin, altamente capazes em batalha e responsáveis pela seleção dos mortos que serão convertidos a "einherjar",  enviados para Asgard e preparados para o Ragnarok.

Existem 3 Valquírias, mas apenas uma pode existir por vez.

Os Einherjar são almas dos melhores e mais habilidosos guerreiros mortos recolhidos pelas valquírias para lutar por Odin.



Os 4 artefatos

São quatro cobiçados itens de poderes incríveis responsáveis direta ou indiretamente pela estabilidade de todos os reinos que compõem o multiverso de VP.

Eles são: A lança de Odin, Gungnir, que mantém o equilíbrio de Asgard, o reino dos deuses.

Dragon Orb, o orbe que mantém o equilíbrio de Midgard, o reino dos mortais.

A espada Levantine, que mantém o equilíbrio de Nilfheim, o reino dos mortos, e que foi engolida por um dragão chamado Bloodbane.

E por fim, temos o Sylvan Bow, um arco escondido em Alfheim, o mundo dos elfos.


Os Aesir e os Vanir

Aesir, como já dito anteriormente, é a raça dos deuses que dominam Asgard. Eles são imortais e por vezes interferem no mundo mortal para preservar a ordem ou seus objetivos pessoais.

E devo dizer que são muito bem representados in game.

Ok, Odin não tem barba, o que é UM ABSURDO INADMISSÍVEL, mas ainda assim faz bem o seu papel.
Também podemos citar a belíssima Freya, suprema entre os deuses, apenas abaixo de Odin. Controladora da vida e da morte, e que qualifica os humanos como seres inferiores, apenas ferramentas para os objetivos dos deuses.

E sim, temos a aparição de Loki também, um personagem que tende a protagonizar grandes momentos de uma trama sempre que aparece, e aqui não é exceção.

Já os Vanir, em Valkyrie Profile, são retratados como os "Gigantes de Gelo", e são os antagonistas irrevogáveis dos deuses que travarão a guerra inevitável conhecida como Ragnarok muito em breve. O que eles desejam é o controle sobre Valhalla, e logicamente são qualificados como os antagonistas, pelo menos primariamente.

E essa é a versão do Surt de VP.
Ela é okay. 

Na realidade, na mitologia nórdica, os Vanir são apenas um panteão de deidades isolada dos Aesir.
Os Gigantes, da qual os deuses irão travar a tão famigerada batalha apocalíptica, são outra raça, sem relação direta. Essa é certamente a inconsistência mais evidente do game, entre outras, que nos faz perguntar se é apenas uma liberdade artística ou simplesmente falta de Google na época.

Felizmente nada prejudicial para o entendimento do game,  mas acho bom ressaltar. 


Conceitos técnicos




A Tri-Ace resolveu apostar no que ela tanto domina, um sidescroller embalado a sprites 2D muito bem animados e cenários quase sempre lindamente pre-renderizados. Se não fosse o bastante, esse também é dono da arte individual de personagens mais bem feita da sua geração, talvez a mais bem feita que já vi em videojoguinhos, e não estou exagerando.

Olhem essas expressões, que coisa formidável.

Agradeçamos a Kou e You Yoshinari por essas belezuras.
E por essa Freya.

A interação com os cenários é bem semelhante a um 2D plataforma que você provavelmente tem em mente, você controla Lenneth através de saltos inescrupulosos pelas inúmeras dugeons, enquanto explora passagens secretas, atalhos ou itens pelo cenário.

Mas em batalha, as coisas mudam.

O que é algo positivo, claro.

 Ao ver um monstro, você terá 3 opções: a de se esquivar e evitar a luta, a de ataca-lo e começar os turnos sendo o primeiro a esfregar a cara dele no chão, ou levar o primeiro hit e ser o primeiro a ter a bunda chutada quando os turnos começarem.

Nada muito diferente de Chrono Cross ou Xenogears, a diferença é que aqui é 2D.

Entretanto, pra falar do sistema de batalha, complica um pouco. Talvez seja até inútil, porque só jogando pra vocês realmente entenderem como funciona, mas não custa tentar.

Pra resumir, você pode controlar até 4 personagens. Os combates possuem a ideia convencional de turnos, mas a forma como você ataca é totalmente diferente. É praticamente um jogo de luta, todos os personagens atacam juntos, entretanto a ordem de seus golpes e magias, o timing e o tipo de cada um, definirá o quão devastador será seu combo.

Em outras palavras, esse é um jogo que realmente exige habilidade motora e não só estratégica do seu player.


Como em vários outros rpgs, você pode terminar rapidamente qualquer batalha se acertar a combinação certa de movimentos, a diferença é que aqui você esmaga botões com perícia e alveja sprites 2D inimigos por todos os lados com magias e ataques que arrancam bifes de life do tamanho da sua mãe em mais de 50 hits, tudo de uma vez. O que sem duvida é um conceito divertidamente genial pra se colocar num sistema de turno, admitam. Logicamente, o gridding é um fator importante nesse conceito de gameplay, e saber como equipar e que habilidades comprar, torna-se um conhecimento muito mais do que necessário pra se ter em game.

Mas relaxem, vocês não precisam ser peritos para joga-lo, talvez esforçados, mas não um mestre fodão metido a oldschool que fica classificando pessoas ridiculamente de "nutella" para se sentirem especiais em suas vidas infelizes enquanto deixam a comunidade gamer ainda mais tóxica.

O que posso dizer é que se procurarem evoluir, os resultados serão bastante proveitosos.

Combar nesse jogo é uma terapia! TERAPIA!!!



A narrativa é gerida com a ideia de simplicidade já explicada no começo do texto. O enredo principal que define o grande ás da trama só é parcialmente revelado no começo e concluído no seu final, fora isso, durante todo o resto da empreitada, estaremos cumprindo a missão de Lenneth, enquanto consumimos histórias curtas que raras vezes se relacionam entre as mesmas ou com a trama principal, mas que são igualmente interessantes e fáceis de se apegar, se emocionar.

Em VP podemos prosseguir de forma totalmente não linear. Como você irá equipar seus personagens, quem você recrutará, quem você irá enviar para valhalla ou como e onde irá explorar, você quem vai decidir, durante seu descolamento pelo mapa mundi.

Cada decisão tem o peso pra definir o seu final, então é necessário cautela.

Pausa no artigo pra contemplar arte bonita.

...

Muito bem, continuemos.

Agora que falamos do gameplay, falemos de algo muito especial em Valkyrie Profile: a forma como ele passa seu conteúdo. Como eu já disse, o enredo por vezes é denso, historias tristes com finais trágicos não são incomuns, mas o jogo se esforça para não só trazer o feeling de suas tramas com belos plots, mas também com belos visuais e trilhas soberbas do Motoi.

E puta que pariu, como fazem isso bem.

Deixarei apenas um exemplo aqui para vocês terem uma ideia, afinal é muito melhor do que explicar com palavras.

3 shots que passam o que querem passar de forma simples e direta.

Logicamente, o quão imerso no game ou o quão sensível ou não você é, que irá definir se tu vai ou não se emocionar com Valkyrie Profile. Digo isso porque muitas das histórias são soltas e jogadas narrativamente de forma não linear. Como disse, por vezes sequer se relacionam, o que pra muitos pode não gerar apego aos personagens.

Mas, mesmo assim, essas expressões, esses cenários lindamente pre-renderizados unidos com aquela trilha foi o suficiente pra gerar minha empatia por eles numa dezena de cenas.

Ainda assim, você pode estar cagando pra toda carga narrativa do game, e ninguém poderá lhe julgar por isso. Mas uma coisa é certa e indiscutível: pra quem joga, é impossível não notar a beleza visual e auditiva que Valkyrie Profile tanto exala pelos poros.


Ok, talvez a dublagem americana lhe incomode, mas eu gosto da maioria das vozes, pelo menos.


Sobre os níveis de dificuldade do game, diria que é bem particular. Basicamente interferem nos tipos de dungeons e na quantidade de personagens que você poderá interagir e recrutar durante a jogatina, no geral Valkyrie Profile tende a ser bastante equilibrado em suas empreitadas, com algumas exceções.

Como a Clockwork infernal de uma figa, que aparece no Hard, entre outros.

Mas se eu for recomendar uma dificuldade para vocês, recomendo o Hard.

Sério.

E já que estamos falando de personagens, discorramos sobre alguns eles.


Basicamente todo personagem recrutável possui um background, mesmo que curto. Nele conseguimos, na maior parte das vezes, enxergar suas características mais marcantes, e nos ligamos logo de cara que eles fogem do preto no branco e podem ser belos cuzões de uma figa, como pessoas boas e honradas, ao mesmo tempo, assim como humanos devem ser. O que mostra que, pelo menos a maioria deles, são bem escritos.

Acho que um dos casos mais óbvios é o do Arngrim, ou Gatts pros mais íntimos, um habilidoso porradeiro e mercenário heavy warrior, dono de uma espada que cobre uns 35% da tela de batalha. Graças a sua arrogância de ser ciente das suas habilidades impressionantes, este acaba sendo inadequado para adentrar Valhaha, sendo assim obrigado a permanecer no lado de Lenneth durante suas empreitadas.

Entretanto, não é porque Arngrim é um metido de merda que ele é um lixo de pessoa, lógico. Contudo, ele é honrado, por vezes bondoso e respeitoso, mantendo uma relação fraternal com seu irmão mais novo muito interessante de observar.

Com certeza um dos meus personagens favoritos da série.





Okay, quando falamos de Lezard, fica um pouco mais difícil de citar alguma coisa boa do sujeito, mas creio que é ainda mais difícil ódia-lo como personagem.

O infeliz funciona narrativamente pra série como uma luva, além de protagonizar momentos de humor/insanidade dignos de admiração.

Pra resumir, ele é um alquimista arrogante, sádico, ambicioso, stalker sem limites e psicopata nas horas vagas com grande sede de poder e dono de uma fanpage da Lenneth. Ele já é bem importante na trama nesse título, mas em Valkyrie Silmeria, lançado para ps2, o rapaz ganha um foco ainda maior.

Quem sabe um dia sai um texto dedicado por aqui.



E por fim, falemos da própria Lenneth, personagem principal e dona do grande background cheio de reviravoltas que conduz a trama. Por vezes ela é bem metodológica e séria para cumprir seus deveres, mas além de tudo mostra ter um bom humor, e a medida que conhece sobre seu passado, vai deixando seu ar de divindade incapaz de empatia de lado e ganhando as característica humanas que fazem dela uma mulher forte e tão maravilhosamente curiosa de se acompanhar.

Podemos agradecer ao Lucian por isso também.


Existe uma gama de reclamações sobre muitos bons personagens não terem suas tramas melhores aproveitas e desenvolvidas durante a trama. Eu acho a reclamação justa até, mas entendo o ponto dos criadores, afinal, são tantos personagens pra se trabalhar, e creio ser preciso ter um foco principal em qualquer trabalho que se propõe a fazer. Por sinal, essa é uma particularidade de muitos rpgs, vide Chrono Cross ou Suikoden, como exemplo.

Enfim, o importante é que a historia principal e os ligados a ela são incrivelmente bem expostos e narrados.

O dilema da escolha 



E por mais que eu já tenha explicado tanto do jogo, devo dizer que, ainda assim, vocês devem esquecer quase tudo que acham que Valkyrie Profile vai lhes proporcionar. Primeiramente porque você só vai entender o gameplay realmente quando estiver jogando...

E também porque esse jogo passará as próximas 30 horas de jogatina dando todas as instruções de zeramento que você definitivamente NÃO deve seguir.

Pelo menos se você quiser pegar um bom final.

Estranho? Pois é.

Existem 3 finais, e  para adquirir o melhor deles é quase basicamente ESSENCIAL ter um detonado em mãos.

O que gera reclamações por aí.

Não que eu ache as reclamações injustas, necessariamente.

Geralmente qualificam como "bad design", afinal se algo nos contraria, é bem mais fácil reclamar do que tentar compreender, huh?

Mas eu diria que isso sobra pra galera que não pegou bem a ideia da coisa...

Em outras palavras, é sua obrigação analisar todos os eventos, pesar as medidas e decidir, pessoalmente, qual melhor caminho seguir. Não é porque o jogo diz pra você fazer "X", que você deve fazer "X", você deverá pensar por si mesmo, e optar qual melhor rota seguir, de acordo com seus ideais.


"Só porque você está correto, não quer dizer que esteja certo" é a melhor definição possível pra Valkyrie Profile.

Afinal, você está sob as ordens de deuses mesquinhos que desprezam a humanidade, insubordinação não seria algo tão impensável... ou só eu que acho isso?

E cara, se um jogo te dá essa oportunidade, baseado em toda uma linha não linear de acontecimentos e escolhas, é algo a se elogiar com toda certeza. Pensem o quão poderoso narrativamente é um game que te dá esse poder de escolha, o de pensar fora da caixa, e de realmente mudar como o enredo será contado, mesmo que ele contribua para que você não faça isso o tempo todo.

É o peso da responsabilidade de cada decisão tão palpável na sua fuça, de verdade.

E uma forma incrível de aumentar o fator replay enquanto você explora todas as suas nuances de bônus.

E já bati essa tecla aqui, mas nunca me canso. Esse é um modo narrativo que apenas os games tem a capacidade de alcançar quando contam uma trama.

Claro, não que seja algo exclusivo de Valkyrie Profile, falei disso em Catherine não faz muito tempo.

Mas ver como fizeram isso de forma tão única, minuciosa e bem feita num jogo de 99 é mais do que impressionante.

Valkyrie Profile merece um abraço.

Um bom romance num JRPG?



Bom, não há spoiler algum em expor o romance de Lucian e Lenneth no texto, afinal o prólogo do jogo é focado no drama passado pelos dois ao lidar com os pais mesquinhos e arrombados de Platina (Lenneth na sua forma humana), que iriam vende-la para ganhar uns trocados. Até Lucian ter a ideia de fugir com a garota que ama e tragicamente a levar para um bosque repleto de lírios de polens venenosos que matam a coitada.


A questão aqui é: o romance de Lucian e Platina, forte o suficiente para permanecer mesmo além de suas vidas mortais, é conduzido sob uma narrativa bem direta e madura, com diálogos  e até mesmo beijos românticos (em seus momentos pertinentes), que nada parece forçado cof cof FF8   tampouco fora de contexto com a obra.

Eles não tem medo de colocar beijocas em personagens apaixonados, nem de escancararem seus relacionamentos tão obviamente para toda trama, algo bem diferente de tantos outros exemplos, onde seus responsáveis parecem gerir seus personagens como assexuados.

Se eu fosse citar um dessa mesma época que faz isso tão bem quanto VP, seria Xenogears.

Acreditem ou não, Catherine, que é um jogo puramente sobre relacionamento adulto, não tem coragem de expor o casal da trama tendo esse afeto bonito e recíproco tão básico entre duas pessoas, mas este joguinho de 1999 teve, e o fez maravilhosamente bem.

Só queria colocar isso pra fora mesmo.

Se ficaram curiosos sobre o resto, SÓ RESTA JOGAR.


Considerações finais


Já disse o quanto amo as concepts desse jogo?

Valkyrie Profile é um jogo underground, talvez pelos seus sistemas de gameplay ariscos, eu não sei, mas ele não tem a visibilidade que merece. Creio que há boas chances disso mudar um pouco quando PROMISSOR Indivisible chegar, afinal sempre tem aquela galera que gosta de diminuir jogos novos citando os antigos numa tentativa desesperada de se afirmar como ÓUDI SCU GUEIMER.

Pro inferno com essas pessoas.

Agora falando sério, espero realmente que esse texto faça alguém que não o jogou ir de uma vez, afinal tudo que posso dizer é VÃO JOGAR, não vão se arrepender, ele está no meu top 5 melhores JRPGs já criados na existência!

E não há qualquer layer de nostalgia aqui, afinal só o finalizei depois de estar mais velho.

Uma análise sem qualquer fator emocional aqui.



No mais, obrigado pra todos os seres internéticos que acompanham o blog nesses anos! Eu não entendo vocês, mas obrigado.

Espero que consigamos trazer as novidades que estamos planejando pro site em breve.

São 3 anos nessa budega, olha só.

A lenda diz que a maioria dos blogs não duram mais de 4 anos, e estou ansioso para colocar à prova.

Fiquem com a imagem mais SENSACIONAL de Valkyrie Profile e até dia MIL:

Merece moldura na sala também.

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