Fevereiro 2015

ta ligado?

Estava aqui de bobeira, fuçando no meu HD externo só por nada mesmo, quando de repente eu vejo uma pasta com o nome de Koji Morimoto... E dentro dela tinha todas as artes dele que consegui achar no meio da internet, e disso me bateu uma pergunta no labirinto louco que se chama mente... Porque não fazer um artigo sobre a arte dele? E foi ai então que eu tive a ideia de fazer essa parada, que é mais uma galeria de arte que um artigo mesmo, mas foda-se, e vamos seguir em frente.


Já fiz um artigo aqui mostrando como o gênero de jogos de plataforma foi da glória a decadência... e infelizmente os RPGs sofreram do mesmo destino, pelo menos nos consoles de mesa. Ok, temos muito jogo de RPG fazendo sucesso como o maravilhoso Dark Souls, Skyrim, Dragons Dogma, Dragon Age, entre outros por ai. Mas estou falando de um gênero especifico, os tradicionais RPGs de turno, chamado erradamente de ‘’JRPG’’ (até eu já insisti nesse erro, admito) por terem surgido no Japão, mas tal gênero não é restrito a esse país de malucos (Child of Light e South Park estão ai pra provar).

...

Mas o que diabos isso tem a ver com o que vou falar aqui? Pois é estou perdendo o foco (algo que pelo visto sou especialista), não vou — até por que não sou o mais apto — falar da decadência dos RPGs nem das diferenças entre o oriente e ocidente, o que quero falar aqui é sobre um dos meus RPGs preferidos de todos: Dragon Quest VIII.

A Jornada do Dragão



Ta, vou confessar. Nunca fui muito viciado em RPG de turno como meus amigos aqui do blog. Mas, com o tempo tenho pegado cada vez mais admiração por esse gênero, ao ponto de Xenogears ficar facilmente no meu top 5 de games preferidos de todos os tempos...ou top3...ou top 2, tá, sei lá.

Esse meu interesse por RPGs foi desperto quando eu conheci um certo jogo chamado Dragon Quest VIII. No começo, com um pé atrás pelas batalhas de turno (que eu tinha um preconceito imbecil na época) mas com o tempo a beleza do game me contagiou, e quebrou qualquer tipo de preconceito que eu tinha com RPGs até então.

No game controlamos um sujeito sem nome e sem memória, que faz parte da guarda real do reino de Trodain. Dhoulmagus, o  bobo da corte de Trodain , cansado de humilhações e sedento por poder resolve invadir as câmaras secretas do reino e roubar um Cetro sagrado com enormes poderes. Então, pensando que virou o deus do universo, Dhoulmagus lança uma maldição por todo o reino, transformando todo mundo em pedra. Protegidos por uma espécie de selo mágico, o rei Trode e sua filha Medea não são atingidos pela maldição... Isso até o fdp do Dhoulmagus lançar outro feitiço diretamente pra eles, transformando Trode –no mestre Yoda- em uma espécie de Ogro, e sua filha Medea em uma égua, (fazendo dela a única mulher do universo a poder ser chamada de égua sem se sentir ofendida).


Legacy of Kain é uma das séries mais impressionantes que existem no mundo dos games, com absoluta certeza. Inspirações sociais da nossa realidade, gnosticismo e muita subjetividade lhes esperam aqui, sem falar de uma boa dose de nostalgia.

Infelizmente, é mais uma daquelas séries fenomenais do século passado que caíram num "quase limbo", indo morar apenas nas lembranças dos jogadores que se divertiram nessa época. Os “analisadores” de videogames não existiam por metro quadrado, eramos livres de coisas como: "Ain, um serrilhado nesse joguinho, que lixo, esse jogo não presta" ou "como assim esse jogo não tem continue e save point por cada passo que dou no cenário?!".



Pois é... Berserk entrou em hiato mais uma vez, o que não é nenhuma novidade, óbvio. Vamos ter que esperar mais MIL tempos para que um novo capítulo seja lançado, e até lá, o que nos resta fazer enquanto esperamos? Especular! Uma das grandes ‘’magias’’ dessa obra é que ela é recheada de mistérios, muitos deles muito provavelmente nem vão ser respondidos (*cof cof Idea of Evil cof cof*) o que não impede os fãs de criarem as teorias mais malucas ou plausíveis para tentar explica-los. Foi o que eu fiz no meu primeiro artigo sobre essa obra aqui no blog, e cá estou eu novamente para voltar a especular, dessa vez focando na God Hand, portanto esperem por maluquices, doideras e muitos pontos de interrogação durante esse artigo.

E também espere por SPOILERS

Origens da God Hand e dos Behelits





Finalmente tomei vergonha na minha cara, e decidi escrever sobre algo que, ultimamente, tem me fascinado muito! Sim, como o titulo spoila, vou falar do Multiverso, que é também a descrição de nosso Blog "Onde os Multiversos Colidem" (provavelmente eles se colidiram durante uma CRISE que ocorreu nesses multiversos, como podem ver, a Cammy está jogando Marvel vs Capcom 3 contra o Dr. Destino... E parece que tem alguma coisa atrapalhando ela... Nah, deve ser impressão minha, vocês vão entender se forem na page do facebook...)
...

Tá, nós temos o Multiverso lá, mas hoje eu vou falar de um Multiverso fechado, vou falar do Multiverso DC. Aliás, aquela ali é a capa da Super Saga Convergence... Prevejo Multiversos se alterando de novo.

Enfim...

Sim, sou muito fã da DC, acho que já citaram isso por aqui uma ou outra vez... Mas que se dane isso, o papo aqui é outro! E essa é provavelmente a ideia mais ambiciosa (e idiota) que eu já tive nesse blog, e provavelmente vai ser a ideia mais ambiciosa que eu vou ter por aqui... Não sou muito criativo pra temas, sabe? E quando eu quero falar sobre algo, eu acabo fazendo um artigo que não supera minhas próprias expectativas... Tá, chega desse dramalhão de um bosta que não se sente realizado.


Eu não sou muito manjão do universo DC (sim, mesmo sendo minha editora de quadrinhos favorita, não compreendo muitas coisas estabelecidas em seu universo), mas quero fazer o meu melhor, quero que esse seja meu artigo absoluto (por um longo tempo, até que eu invente de fazer algo melhor), e quero explicar com minhas palavras esse Multiverso loucão da DC.


Não me considero um grande fã de HQs, na verdade, minha vibe de leitura é justamente outra... Independente disso tenho Sandman como uma das melhores experiências de leitura de toda minha vida, apesar de ser diferente do que estou acostumado. Um grande exemplo da capacidade e a sensibilidade que uma "simples" revista em quadrinhos pode expor para seu leitor.

É bom entender basicamente do que Sandman tende a tratar, e quando falo "basicamente", é BASICAMENTE MESMO, afinal, é uma HQ que trata de uma complexidade tremenda, o que o torna quase impossível de entender completamente, se você não se ater realmente a todos os detalhes.
Um entendimento que aguça sua sensibilidade e a concepção dos elementos que compõe o universo real e imaginário, que se entrelaçam em sua mente enquanto você recebe as mensagens do mundo fictício da mente do próprio autor — olha só que insano... Até já me perdi... Bom, quero explicar um pouco dos conceitos desse universo e mostrar minha visão também. Quem sabe, fazer com que vocês que ainda não conhecem venham a conhecer, como é de praxe, spoilers leves a espreita, estejam avisados!

Enfim, comecemos de uma vez.

Flames

PedroTreck

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