Março 2016



Como estão seus vermes, digo, leitores mais lindos do mundo?

Eu? Eu estou bem!

Isso não soa legal, me sinto falando com a minha cabeça.

Bem, estou de volta para mais um artigo sobre alguma coisa que NINGUÉM PEDIU! Porque é assim que funciona o blog, morô?

Mentira, anotamos sugestões, apesar de não garantirmos nada...

Ok, voltei de um hiato de um bilhão de anos, que passaram como uns 3 meses para vocês, porque o meu tempo dentro do meu modo de meditação (leia-se preguiça) parece que demora muito mais na minha cabeça.

Hiato que ainda não é maior que os do Yoshihiro Togashi ou do Kentaro Miura... vamos adicionar o Takehiko Inoue porque já tá demorando muito pra lançar Vagabond.

Mas, voltando a minha pessoa, o que eu fiz nesse tempo além de dormir? Claro que eu fiz alguma coisa! Além de começar a jogar mil jogos e dropar todos ao mesmo tempo, eu estive lendo uma série de mangás, porque eu precisava ler algo com quadros e imagens.

E é aí que me veio a ideia de reler um mangá que tinha lido há anos, e esse mangá é Great Teacher Onizuka, ou como o mundo prefere chamar, GTO.  Mas, vamos começar do começo. GTO tem uma "prequela" chamada Shonan Junai Gumi (ou Pure Love Gang From Shonan numa tradução em inglês), e é nela que tudo começa, inclusive esse texto.





Shonan Junai Gumi - A Gangue de puro amor:



Pra quem não sabe, Shonan Junai Gumi se resume nas aventuras do protagonista Onizuka Eikichi e seu melhor amigo Ryuji Danma no colegial, em uma missão impossível de ambos perderem sua virgindade com lindas garotas japonesas, e durante essa missão, eles vão se envolver em altas confusões do barulho! E essa fala de sessão da tarde nem é exagerada, pois é a mais pura verdade!

Demorei uns dias para terminar de ler, pois eu decidi ler TUDO envolvendo as desventuras de Eikichi para perder sua virgindade, e isso resultou em uns SETE MANGÁS, mas valeu a pena, oh boy, se valeu!



Shonan Junai Gumi foi escrito e desenhado por Tohru Fujisawa, lançado em meados de 1990, e devo dizer que esse homem não tem muitos mangás famosos além de Shonan e GTO, mas uma outra obra dele que eu conheço é Tokko, e imagino que ao menos uns 2 leitores devem conhecer.

Enfim, sobre o Tohru, eu devo dizer que ele não tem uma arte espetacular, mas funciona extremamente bem pra comédia, e já vou dizendo que comédia é a especialidade dele, porque você chora, chora, CHORA DE RIR com Shonan Junai!

Comprar um lacre de latinha achando que é um anel, quem nunca?

Mas não só chora de rir, como também chora de emoção, o começo do mangá parece ser pura comédia, mas o autor vai adicionando historias e personagens, e ele acaba fazendo de um mangá puramente de comédia em um dos melhores dramas que eu já li na vida, em outras palavras, o feels é poderoso nesse mangá, e ele sempre passa mensagens de vida durante cada arco, jogando uma grande pitada de realidade em suas histórias, além de toda comédia, não só Shonan como toda a saga de Onizuka é um prato cheio pra quem quer aprender lições de vida e chorar bastante.


OHHHH, o saudoso inicio dos anos 90! A época onde os JRPGs trilhavam o caminho do amadurecimento, tanto em seus gameplays como na forma de narrar suas tramas para os players.

Obras como Secret of Mana, Phantasy Star e até mesmo Final Fantasy IV já tinham mostrado o potencial que tais maravilhas podiam alcançar ao se contar uma história,  mas foi em 1994 que todos nós recebemos uma surpreendente voadora na cara: Final Fantasy VI, o ÁPICE da evolução narrativa dramática no mundo dos games! Mesmo hoje, são poucos os que podem ser comparados a esse jogo de 94 com gráficos que podem rodar até numa tapioca.

E isso é ALGO, pessoal.

Apesar dessa geração "HARDCORE URRR DURR"— que acha que APENAS fotorrealismos abestados definem se um jogo é bom ou não em qualquer ponto de vista — pensar o contrário. 

Não é a primeira vez que FF VI é citado nesse blog, mas hoje é dia de um artigo todo dedicado pra ele!

E sem enrolar, vamos direto ao ponto:


Sobre o jogo


 Ainda tento identificar todos os sentimentos que essa introdução me traz.

Como vocês devem saber, a Final Fantasy seguia um certo padrão de elementos: aventuras medievais, seres fantásticos e cristais que definiam o destino do mundo e das criaturas que nele viviam eram alguns dos exemplos obrigatórios em suas concepções. Por cinco títulos, inovações de temas e conceitos na série foram mais técnicas do que narrativas, com toda a certeza. Daí, no sexto título, (ou terceiro pra nós do ocidente, como é explicado "detalhadamente" AQUI) a Squaresoft resolveu que isso devia mudar, e assim surgiu o limiar do novo caminho que a série iria seguir.

A primeira mudança vemos logo na intro. Enquanto os outros FFs possuíam um início que incitava mais a determinação e positividade para atingir seus objetivos, FF6 vinha com um tema mais pesado e escuro, seguido de uma trilha de fim de mundo dos diabos. Já era de se esperar uma trama um tanto obscura que estava por vir.

Flames

PedroTreck

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget