Dezembro 2016


Voltemos a falar deste que é responsável por divergir opiniões de forma tão extrema e criar um dos fenômenos sociais mais divertidos e interessantes de se observar em qualquer instancia que seja mencionado. Também pudera, esse deve ser o jogo que mais define o que é sucesso no ramo do qual pertence.

Como sabemos, a Square não foi besta e aproveitou esse sucesso descomunal explorando de várias maneiras em diversas mídias. Sem falar de ficar inventado qualquer desculpa ordinária para enfiar referências ou personagens de FF VII em algum título mesmo que não tenha qualquer ligação com o roteiro do jogo original.

Tudo bem, a Square só estava tentando ganhar suas dinheiramas, não é como se pudéssemos julga-la por isso...

mentira, é sim.

Mas hoje vamos nos focar em algo mais específico, a sua compilação, que nada mais é que um conjunto de conteúdos adicionais em várias mídias baseados no universo do jogo original. Se isso é necessário ou não, se isso entrega produtos vazios sustentados apenas pela nostalgia ou obras que complementam ainda mais nossa experiência na trama, é o que eu pretendo expor nesse artigo.

E não, não vou considerar títulos relacionados,  apenas a compilação principal. Então, sem enrolar, comecemos de uma vez a segunda parte da vibe FF VII no Blog MIL. Pra quem ainda não viu a primeira, só clicar AQUI.

E nem preciso avisar sobre SPOILERS, SPOILERS e SPOILERS. Vocês sabem, gostamos de discutir enredo por aqui. Quem reclamar disso nos comentários, vou logo dizendo que irei ligar pros vossos responsáveis e dizer que estão aprontando peripécias na internet. TEMAM!


Vagabond, a princípio, pode parecer uma experiência de leitura bem simples. Afinal, trata-se de um grupo de personagens seguindo sua vida, seus objetivos e lidando com o imprevisível ambiente que os rodeiam num japão em plena era medieval. Porém, de uma premissa aparentemente simples, se desenvolve pra uma profunda interação externa e interna dos personagens em busca de entender outros e a si mesmos, tentando de alguma forma evoluir no processo, sem linha do mal ou bom, sem preto e branco, apenas humanos falhos interagindo, com qualidades e defeitos.

A nós leitores, sobra a cativante experiência de absorver todas as inúmeras mensagens que conseguirmos identificar nesse mangá. E é aí que vem a "complexidade" da trama! Ora, como já disse alguma vez nesse recinto, interação de sentimentos humanos, o que seria mais complicado do que isso?



Como o tempo passa, hein? No final desse mês, meus artigos de Policenauts e dos Metal Gear de MSX irão já fazer 2 anos, ambos artigos de estreia aqui! O quanto esse blog cresceu é incrível e, após vários artigos, novos projetos e propostas, um presente meu pra comemorar. É, hoje irei falar de Snatcher, encerrando os artigos sobre os trabalhos de Hideo Kojima antes de Metal Gear Solid, que foi como justamente comecei aqui.



Snatcher é uma visual novel, ou um jogo de aventura gráfica. Quase um point-and-click, mas sem o “point”. Originalmente 8bits, foi lançado em 1988 para PC-8801 e em seguida para MSX2. Até 1996, com a última versão do game, essa para Sega Saturn, tivemos 6 versões, formando 3 duplas de versões “similares”: PC-8801 e MSX2, PC-Engine e Sega CD, PlayStation e Saturn. Apenas a versão de Sega CD, de 1994, saiu no ocidente, sendo exclusiva daqui, por sinal.

Flames

PedroTreck

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