Agosto 2017


Hajime no Ippo, obra do autor George Morikawa, estreou em 1989 e é publicado até os dias de hoje, contando com mais de MIL capítulos lançados e seguindo como um dos mangás mais longos de seu nicho. 

Você provavelmente pode pensar em Dragon Ball ou Hokuto no Ken quando lembra de obras japonesas com LUTINHA, huh? Mas sabendo que Hajime no Ippo tem MIL capítulos praticamente dedicados a PURA trocação de soco num ringue cheio de sangue, suor e mandíbulas rangendo a cada volume, você pode redefinir um pouco seus conceitos da coisa.

Isso tem motivo, afinal esse é um mangá de esporte, mais precisamente de BOXE. 

Temos aqui o caso perfeito onde não é a narrativa que move as lutas, mas a lutas que movem a narrativa!


Não há imagem mais legal para ser a capa de um texto sobre esse jogo e tenho dito.

Ohhhh, o que dizer de Persona, o Spin-Off categoricamente bem sucedido de Shin Megami Tensei, que, como eu já falei antes, é basicamente um grande MILKSHAKE cultural — numa visão oriental, porém imparcial, podem acreditar — de quase todos os deuses, demônios, personalidades históricas e entidades diversas das crenças difundidas por TODO o mundo?

Exato, IMPARCIAL. Por isso não se incomodem caso houver a opção de se aliar com Lúcifer, Odin ou Horus durante suas empreitadas. Essas séries não tem a menor distinção ou preconceito com tais criaturas e as tratam igualmente, como "ferramentas" que adolescentes orientais usam em batalhas...

... mortais! 

O que é muito legal, admitam. 

E unido com uma exploração dos conflitos humanos perante suas ansiedades e convívio na sociedade, você tem uma das experiências mais estranhas e interessantes de se observar enquanto navega nesse mundo dos VIDJOGUEIMES. Não há exagero algum em dizer que Persona superou a popularidade de seu "irmão mais velho" e se destaca no mercado dos JRPGs no mesmo nível de Dragon Quest ou Final Fantasy.

Então deixem-me dar algum contexto. 

Originalmente baseada no jogo "Shin Megami Tensei If...", Persona começou seu legado em 1996, com "Revelations: Persona", ou "Persona 1" se preferirem, trazendo o conceito de seres formados como manifestações das personalidades de seus personagens, batalhas em turno, "setup colegial" e um silent hero para que o jogador pudesse se identificar com esse estranho universo.

Flames

PedroTreck

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