Jogos de luta que deveriam voltar nessa geração



No primeiro de Abril de 2017 tivemos muito mais do que sites idiotas fazendo piadinhas bobas que criticavam a toxicidade do público gamer. Tivemos o anúncio inacreditável de Arika EX, algo que sucedia o universo crossover que trouxe os characters de Street Fighter para o mundo 3D pela primeira vez, lá nos anos 90.

E esse anúncio não só criou a modinha mais rápida do ano que fez páginas e streamers lotarem o facebook com gameplays aleatórios e gatos pingados que correram para zerar todos os jogos da série em busca de felizmente se "enturmar" com o assunto do momento, algo que durou UMA MÍSERA SEMANA, como também mostrou um grandíssimo potencial em gráficos, combos e character designs impressionantes demais pra um alfa-teste com orçamento de pão com ovo e suco de caju.


Essa reação do Max DEFINE. Ter a oportunidade de mais uma vez usar o Kairi, Garuda, Doctrini, Skullomania, Blair e Hokuto é algo que não dá pra perder.

Falando nisso, é um dos poucos canais que assisto frequentemente, recomendo.

Para fechar o combo estapafúrdio de anúncios de LUTINHA do ano de 2017, lançaram o trailer do game que mais protagonizou meus sonhos molhados no gênero por todos os meus 87 anos de vida: 



Dragon Ball FuckingFighter Z!


E eu nem sei mais se a palavra "hype" define o quanto to esperando essa joça! VENHA LOGO, JANEIRO. VENHA LOGO!

Levado por essa saudável vibe, resolvi citar alguns jogos que estão esquecidos no tempo, assim como SF EX estava, e bem que poderiam, ou melhor, DEVERIAM voltar nessa geração. 

E pra começar...

Darkstalkers




Lançado no meio dos anos 90 e portado pela saudosa placa CPS-2, Darkstalkers é a síntese da melhor década criativa da Capcom que tanto sentimos saudades. O jogo trazia criaturas trevosas de diversos folclores (literários ou não) com a digníssima premissa de se estapearem em busca de descobrir quem é o mais fodão, pois é isso que criaturas da noite fazem quando se veem:

Dão porrada um no outro.

Tudo muda quando no meio da confusão, Pyron, um devorador de planetas (ou espirito de fogo do Hao, pros mais íntimos) resolve chegar na Terra para adiciona-la ao seu cardápio, mal sabendo a indigestão que fanbases da cultura pop com certeza devem gerar em estômagos cósmicos.

não achei fanarts com Shaman King e estou PROFUNDAMENTE DESAPONTADO.
As criaturas das trevas simpáticas que podemos controlar in-game ironicamente tornam-se a última esperança de defesa do planeta, afinal a Terra já era o playground das peripécias sombrias deles, e os mesmos não estavam a fim de perde-la.

Bom, é isso.

Que foi? É tudo que precisamos num jogo de luta!

Night Warriors: Darkstalkers Revenge  foi o primeiro passo da Capcom para se manter no domínio do gênero pós Street Fighter II (e suas mil versões), e ela tinha que lidar com a SNK na época, que já contava com Fatal Fury, Samurai Showdown, AoF e KoF no seu catálogo, então a responsabilidade era grande.

E como estamos falando da década que essa empresa tinha culhões, a série logicamente era digna da responsabilidade!  


O estilo cartunesco, que posteriormente seria usado noutros jogos memoráveis da Capcom, dava vida e mostrava o esmero de seus criadores na concepção de seus bizarros adoráveis cenários e personagens. A animação dos sprites nos golpes, especiais ou simplesmente comemoração, eram incrivelmente pitorescos, às vezes engraçados e de muita personalidade. Realmente extraíram em peso os limites de capacidade da CPS-2 e formaram o show visual mais único do gênero.

E isso é uma coisa excepcional, sim, se impressionem, malditos!

contemplem a diabinha mais deliciosa de todos os tempos e o sprite mais reutilizado da história!



O irônico é que eu preferia MIL vezes esse sprite no MvC Infinite que aquele 3D vergonhoso. Enfia MvC Inifinite nos bagos, Crapcom!

Na trilha sonora, tínhamos o melhor que a Capcom sabia fazer, com osts cuidadosamente apropriadas pra cada character e cenário. Já a sua jogabilidade trazia superficialmente todo o semblante que um Street Fighter traria na época, entretanto tudo funcionava do seu próprio modo, e com adicionais.

Entre suas mecânicas mais relevantes, estava a implementação dos "chains combos", mecânica usada excessivamente pela Capcom em títulos seguintes, principalmente crossovers, o que mostra que Darkstalkers foi um pilar em design gráfico e jogabilidade não só para jogos de sua empresa, como pra todo o gênero!

Pois é, não puxo o saco só de AoF aqui, não.

Também vale citar o ES Special, que utilizava apenas uma porção da barra de gauge para movimentos especiais, e o EX Special, que utilizava toda a barra de gauge do personagem, porém causava muito mais dano, e logicamente aumentava o leque de estratégias durante uma peleja.

E já que estamos falando desses irreverentes personagens, discorramos um pouco mais desse elenco, que vai muito além das gostosuras monstruosas que mais ganharam evidência e "fanarts hentaizeras" durante suas existências, como é o caso da Felicia e Morrigan.

A Capcom tinha objetivos bem ousados em mente e tentou criar um projeto baseado em monstros universais da literatura, mas por alguma treta óbvia de licenciamento, isso não rolou. Então, em vez de Drácula, tivemos Dimitri Maximoff, responsável por transformar elencos em beldades de marca maior...

Robato ftw

Ou simplesmente por ser um exilado vampiro piromaníaco cheio de vilanismo badass, que o garante como um dos personagens mais marcantes dos títulos dessa empresa. Sem falar da rivalidade curiosa com a família de demônios Aensland, da qual nossa querida súcubo maravilhosa, Morrigan, faz parte. O que nos alude que o universo da série é consideravelmente bem construído com os backgrounds desse elenco. 


Outro que quero citar aqui é o Jon Talbain, ou JÃO se preferir, um lobisomem anti-social de design maneiro, especialista em artes marciais e mais um dos donos do drama da aceitação de seus poderes sobrenaturais perante a humanidade. 

melhor design de lobo humanoide já feito e TEJE DITO!

E por fim, quero citar o nosso conterrâneo, Rikuo, um imperador e herói da raça "merman", uma espécie de criatura aquática, inspirado num filme dos anos 50 chamado "Criatura da Lagoa Negra" – e eu imagino que todos vocês já viram, afinal películas dos anos 50 fazem muito sucesso com a garotada!!

Esse ser esverdeado residente da amazônia resolve chutar a bunda cósmica de Pyron ao saber que ele foi o responsável pela destruição do seu habitat, e assim nasce oficialmente o Partido Verde.  

Geralmente vejo a galera chamando o Rikuo de zoado e bizarro, mas a galera fala como se isso fosse algo negativo,  tá ligado? Acho que  por conta dele ser brasileiro e tal, a síndrome do vira-lata.

ELE TEM QUE SER BIZARRO, o que mais vocês esperavam num jogo desse naipe, seus abobados?

Eu sinceramente acho foda.


Enfim, essa série atingiu seu ápice de qualidade com Vampire Savior, título que entra fácil em um top dos MELHORES DO SEU NICHO, e felizmente ainda conta com jogadores que disputam em competições divertidas demais de assistir.

Com certeza iria ficar feliz com esses seres da noite voltando nessa geração, mas só se eu soubesse que eles estivessem em boas mãos...

ENTRETANTO, CONTUDO, TODAVIA, esse é uma daqueles obras que precisa de vibe, de cuidado, de esmero e de compromisso, coisas que a Crapcom não tem hoje em dia de forma alguma.

Dado esse motivo, não reclamo tanto de não trazerem de volta, não.




Próximo!

The Last Blade

Eu estava pensativo sobre qual série da SNK eu iria escolher pra estrelar esse texto, afinal eu sou louco por uma continuação do Garou com o Ryo e LOBA em suas "masterforms", assim como "paquero" a ideia de um reboot envolvendo Art of Fighting e Fatal Fury, e é claro, sem dúvidas iria querer bastante rever Samurai Showdown com o seu elenco que tanto marcou girinos usuários de arcades de bar.


AoF seria minha primeira opção, MAS como já dediquei um artigo inteiro pra ele nesse recinto, vou contrariar a maioria e ser sincero aos meus gostos pessoais, falando de outra série que quero bastante no momento, que nada mais, nada menos, é a melhor de seu nicho com theme samurai já disponibilizada pra nós entusiastas da lutinha: THE LAST BLADE!

Lançada no final dos anos 90, é certamente um dos títulos mais aclamados do clássico Neo Geo, além de também ser conhecido como o primeiro jogo de luta que Daisuke Ishiwatari (o multifacedado de Guilty Gear) trabalhou.

A série retrata o caótico período "Bakumatsu" da história do Japão, incorporando elementos de roteiro bem trabalhados e mostrando não só lores místicos orientais interessantes, como relacionamentos de personagens e visões políticas daquele período, o que vai um pouco além do que estamos acostumados no gênero.

Sem falar que aqui protagonizaremos estapeamentos com armas brancas situados em cenários que mais parecem obras de arte em sprites, unidos a uma trilha que remete ao clima sério, por vezes melancólico graças aos acontecimentos do enredo, mas que ainda assim exala aquela vibe de determinação característica japonesa, o que com certeza empolga na jogatina.

Cada personagem tem seu próprio cenário e cada um retrata alguma localidade da era Edo. Uma particularidade interessante é que eles possuem intros especiais, e mostram mais detalhadamente a arena onde a peleja irá rolar.

Diz a lenda das curiosidades que o game foi inspirado parcialmente em Samurai X (ou Rurouni Kenshin, se preferir) pois Nobuhiro Watsuki, o criador que estava fazendo bastante sucesso na época, era um grande fã da SNK, mais precisamente de Samurai Showdown, e eles queriam homenagear a sua elogiável obra.

Algo que com certeza a SNK não faria se fosse hoje em dia, afinal o cara foi condenado por pedofilia, o que o caracteriza como um grande arrombado e deixa todo mundo decepcionado pra caralho...

Não que Samurai X mereça sofrer por causa de seu criador, devemos saber separar as coisas, mas imaginem o quanto ia ser ruim pra marketing, huh?


Voltando a falar de coisa boa, o elenco de The Last Blade conta com personagens bem únicos, que carregam estilo de combate e armas características, como katanas, bastões, foices, lanças, porretes, ou facões, que se unem com as "magias elementais" que tanto amamos em jogos criados para quebrar a cara dos amiguinhos.

Digitalmente, Record, digitalmente...


Na jogabilidade, tínhamos a opção de, antes da luta, escolher entre estilos pre-determinados que focassem em dano, o Power, ou os que focassem em combos, como era é caso do Speed, assim cada player podia desenvolver e explorar estratégias diferentes usando o mesmo personagem.

Vale mencionar também o "Hajiki", uma habilidade que permitia repelir ataques, e os já conhecidos esquemas de Desperations Moves da SNK, que servem pra dar dano escarrado em adversários desavisados desde AoF, este DIVISOR DE ÁGUAS DO GÊNERO, os fazendo chorar para mamãe ou culpar o coleguinha de apelar, o que dá no mesmo.


E, cara, devo dizer que a aplicação de golpes nesse jogo é puramente estilosa, e certamente uma das maiores razões pra eu me ver imerso nesse universo.

Falando dos personagens, podemos citar a bela Yuki, uma das poucas não japonesas do elenco, que protagoniza como um dos "elementos chave" no desenvolvimento das tramas dos 2 jogos da série, e que utiliza com leveza técnicas centenárias orientais de lança longa unidas ao seu sobrenatural poder de gelo.

Seu nome significar "neve" em japonês é pura coincidência.

Outro personagem que gosto bastante entra no The Last Blade 2, Setsuna, um espirito do "Makai", algo como "mundo dos demônios oriental", com a necessidade insaciável de matança. Ele escapou para o mundo humano, encontrou um bebê no meio do campo de batalha e o possuiu, o fazendo virar um adulto instantaneamente.

O que é curiosamente "WHAT".

Além de conter artes promocionais fenomenais que envolvem Yuki graças ao lore, Setsuna também é extremamente brutal em combate, afinal como espirito violento, pouco se importa com técnicas especificas e manuseia sua fucking katana negra (de origem WHAT também) das formas mais insanamente elétricas possíveis.



"Insanamente elétricas"...

Eu espero que alguém entenda o significado disso ou esse termo vai me fazer parecer mais imbecil do que o normal...


Com certeza é o personagem mais "porra louca" do game,  tem um design legal e uma CORUJA de estimação, sem mais, o maluco é maneiro.

Se discordam, tomem isso!


E por fim, falemos do grande protagonista que estampa a cara da série, Kaede! O jovem rapaz  adepto de mudanças sobrenaturais capilares, exatamente como o Kairi de SF EX. Ele é um habilidoso espadachim e elemento central na misteriosa história que envolve a vingança da morte de seu mestre, junto da busca do real culpado, que se entrelaça com o drama de suspeitar do seu irmão mais velho de criação e também habilidoso Samurai, Moriya.



A forma "Seiryu" de Kaede o torna mais forte e habilidoso, e "talvez" foi inspirado numa galerinha que ficava com os cabelos loiros pra ficar mais forte. Vocês devem saber do que estou falando.





Os personagens de The Last Blade são marcantes, são gostáveis! Devo dizer que ambos os jogos são donos do enredo que mais me importei emocionalmente nesse universo de jogos de luta.

Algo surpreendente, sim.

Eu realmente gostaria de The Last Blade nos dias de hoje, e pra ser sincero, eu confio, ou pelo menos quero confiar na SNK hoje em dia, desde de que ela recentemente voltou a ser uma digna empresa de jogos. Acho que só precisa de um tempo pra angariar bons investimentos e apostar em algo desse naipe.

Porque essa é uma série digna de um "show visual" e de gameplay, se é que me entendem.

Vamos torcer pra que isso aconteça.

E pra finalizar, falemos do jogo que mais me faria correr em círculos feito uma ariranha desmiolada se anunciassem nessa geração:

Bloody Roar

Imaginem um jogo onde vocês podem virar bestas antropomórficas enormes, correr por arenas 3D e literalmente dar voadora dupla na cara dos coleguinhas, os fazendo voar pelo cenário.

Imaginaram?

Pois é exatamente disso que estamos falando aqui, OH, SIM!



Bloody Roar teve seu primeiro título lançado em 1997 para arcades sob o nome de "Beastorizer", mas devido ao sucesso, foi portado para o PS1 e publicado pela saudosa Hudson, da qual o rebatizou como Bloody Roar.

E personagens que se transformavam em bestas humanoides durante a luta era sua grande sacada, mas não a única. O game trazia velocidade, brutalidade e combos escalafobéticos que além de me conquistarem automaticamente, o distanciava de seus semelhantes no gênero, consideravelmente. 

Eu me impressiono com o cuidado de fazer bundas com os gráficos limitados dos anos 90.
Vocês me impressionam, Japão.

A transformação animalesca maximizava não só todas as capacidades e habilidades dos personagens, como aumentavam o dano e possibilitava os escrabosos combos que arrancavam bifes do tamanho da sua mãe de life.



A trama tinha a bio-corporação, Tylon, como grande antagonista, responsável pelo experimento com cobaias humanas que gerara os "zoanthropes", as bestas geneticamente alteradas que dão voadoras uns nos outros.

O protagonista, Yugo, The Wolf, um hábil "lobisomem" kickboxer, sai na empreitada de se vingar dos responsáveis pela morte de seu pai, se envolvendo com outros personagens do game que lutam por seus próprios motivos também, sendo a favor ou contra os objetivos desse jovem lobo radical de trama extremamente batida.

Sinceramente, a história central  é  simples, na verdade ela não é nem memorável. Mas devo dizer que o background desse elenco compensa.

E como sempre digo, simplicidade é tudo que precisamos nesse gênero! O gameplay era divertido e os personagens bem caracterizados tinham  movimentações individuais especificas o suficiente para explorar a habilidade do jogador.



O grande ápice da série, não só em gameplay, como em trilha e design, aconteceu em Bloody Roar 2, lançado poucos anos depois.

Esse não foi só o título que gerou mais fãs de Bloody Roar ao redor do globo (uns 5), como também permaneceu insuperável em qualidade até hoje, mesmo havendo sequências no ps2.

Guardo um carinho especial pelo Bloody Roar 4, pelo menos...

Bringer of The New Age!!

Bloody Roar 2 trazia tudo que existia no 1, só que de forma melhorada e cheia de fluidez, e adiciona um pouco mais de bonus. Os especiais (Beast Drives), que até hoje são visualmente fantásticos, ganharam espaço, os combos repaginados estavam prontos para elevarem o número de hits pras alturas, mais uma vez, e os gráficos que embalavam toda a jogatina mostravam o melhor que podia ser feito na época.

Era um jogo 3D, mas a fluidez e velocidade me davam a sensação de estar jogando um 2D/2.5D, tá ligado?

Sensação única que só tive nessa série.

Ao unir as características de todos os grandes games 3D da época com seu próprio estilo, Bloody Roar realmente criou algo único. Pena ele ter ficado na sombra de muitos deles...


Falando um pouco dos personagens, podemos começar com Jenny, The Bat!



Dona do único par de pernas do mundo da luta que pode competir com a velocidade monstruosa da Chun-Li, Jenny é uma misteriosa modelo/espiã que se transforma parcialmente em uma "morcega violentassa", e participa dos combates animalescos sob o pretexto de estar envolvida em seus trabalhos/razões pessoais.

De longe uma das personagens mais gostosas de se jogar.

BADUN, TSS!

É sério, o combo de chutes dessa mulher é visualmente sensacional.

tão vendo a perna se movendo? Pois é, é disso que tô falando.

Outro personagem que particularmente adoro é Bakuryu, The Mole.




Treinado desde criança sob a tutela de seu mestre, o "primeiro Bakuryu", possui uma relação fraternal adotiva com Yugo e um passado obscuro graças ao seu já citado mestre, que trabalhava como mercenário para a corporação Tylon. 

O garoto cresce e alcança o título de "Bakuryu", mostrando que é um habilidoso ninja que se transforma em uma TOUPEIRA NINJA, assim como seu antigo mestre.

UMA TOUPEIRA NINJA, VOCÊS OUVIRAM BEM!

Esse jogo me faz feliz.



E pra fechar o trio dos meus mains, citemos Long, The Tiger, que já foi mencionado aqui no recinto quando eu falei de Xenogears, por razões brevemente explicadas lá. Dentre os 3 citados, Long é o único que está presente desde o primeiro jogo, e também é o personagem com o background mais bem trabalhado de todos seus colegas de elenco. 



Graças ao seu passado difícil, suas habilidades marciais excepcionais de fucking bajiquan e o controle de sua zoanthropia, este acabou acolhido pela Tylon e eventualmente entrou para o submundo, o que lhe gerou uma notável reputação graças as suas habilidades de assassinato.



Certo momento, ele se arrependeu das atrocidades que havia cometido, cortando os laços com o seus superiores, MAS logicamente as coisas não funcionam assim, ele foi perseguido por aqueles que o classificavam como traidor e desejavam sua morte.

Em Bloody Roar 2, isso atinge outro patamar, pois Shen-Long, clone de Long e last boss do game, parte em sua caça, resultando no meu rival match favorito dessa obscura franquia.

Ambos os personagens são positivamente expressivos, seja Long com o seu passado ou Shen-Long na procura de entender sua existência e desenvolver sua própria identidade.

Considero mais interessante do que o enredo de todos os jogos da série, pra ser sincero. Na verdade, como já disse antes, relacionamento de personagens é a parte mais legal da trama de Bloody Roar.

Um viva para os "irmãos tigres".

Citan e seu irmão gêmeo do mal dono de um bordel.

Não sou tão adepto dos jogos de luta "puramente 3D", mas tenho que dizer que Bloody Roar e SF EX sempre foram aquelas exceções que guardo com imensurável carinho.

E se um deles já foi anunciado, não custa nada sonhar com o próximo, hein, hein?



Hein?

TRAGAM BLOODY ROAR DE VOLTA!

Considerações finais

SIM, eu sei, existem outros jogos, e muitos deles eu queria por aqui, Cyberbots por exemplo, era um deles, afinal, lutinha de ROBÔS GIGANTES, como isso não pode ser legal?  Mas como SNK e Capcom tem uma caralhada de títulos, tive de usar o dificílimo critério de escolher apenas um entre cada uma delas.

Pois é, me julguem.





Red Earth é outro jogo PITORESCO que eu gostaria de citar também, por mais diferente e estranho que ele possa parecer, é uma daquelas obras que estão entre o "GOD's-PATAMAR" do mundo dos sprites.

Essa definição eu acabei de inventar, me julguem de novo.

Um leão guerreiro enfrentando um dinossauro, também conhecido como definição de MANEIRO.

E aproveitando, acho que Street Fighter merece uma menção honrosa também. Estou até hoje esperando um novo título da série desde IV, e vocês?

Por enquanto só temos uma demo de um tal de Street Fighter V, da qual já devo ter umas vergonhosas MIL horas.

Por que eu gosto tanto de SF V?

Será que fica menos ruim depois do dia 16 de janeiro?

Spam de soco forte  num jogo de luta é alguma genialidade incompreendida do gênero?

Será SF V revolucionário por nem ter saído e nos permitir joga-lo?

A "inteligente" ideia de impedir golpes aéreos com soco fraco virará tendência no mundo da lutinha?

Vou troca-lo por DBFZ?

Reclamar de SF V é algo bobo, afinal todo SF tem defeitos imbecis?



Todas essas perguntas terão respostas um dia.

Ps: Pro inferno você, Ono!

PRO INFERNO!!

 HYPE PRA SEASON 3

E aqui chegamos ao fim de mais um artigo neste site que trata fanbases da cultura pop com tanto carinho! Espero que o texto tenha sido informativo e tenha gerado algum entretenimento ao estilo MIL. Quem ficou com raiva das piadinhas xinga aí nos comentários, quem ainda não jogou os jogos citados, JOGUEM e quem ainda não curtiu a página do blog vão lá curtir porque é moh legal.

É sério, confiem no rapaz de fogo que lhes escreve, ele tem um chapéu.

Se acham que falta jogo na listinha, falem nos comentários!

Ou não...



Até dia MIL procês!


TRAGAM Capcom Vs SNK 3 também!

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PedroTreck

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