O universo consistente de Cavaleiros do Zodiaco e o melhor roteiro do Kurumada


Se você conhece CDZ, o que é muito provável, independente de ser fã ou não, deve saber das MIL falhas que existem em torno da obra mais famosa do Sr. Masami Kurumada, certo?

Falhas tão evidentes que chega a ser clichê zoa-las hoje em dia, e elas se estendem de pouca ou nenhuma profundidade ao explorar 90% do elenco, até mesmo a inconstâncias básicas de idade de personagens e eventos cronológicos, o que nos possibilita enxergar a falta de cuidado e planejamento BÁSICO ao criar uma história, nos alertando que talvez o autor iniciou seu trabalho quase que unicamente prezando o objetivo de arrecadar as dinheiramas que os bonecos certamente iriam gerar.


E nada supera CDZ no mundo dos bonecos.
NADAAAA!!

ENTRETANTO, todavia, seja por simples nostalgia ou por motivos de batata, CDZ carrega fãs aficionados até hoje, e olhem só, eu estou incluso nessa galerinha!

E provavelmente por este afinco, consigo enxergar muita coisa positiva no mangá e em tudo que se originou dele.

Ora, concordo completamente com muitas das críticas relacionadas ao Kurumada, ele é meu grande alvo de PIADOCAS esdruxulas até hoje, mas outras críticas são deveras injustas, e pra chocar alguns de vocês leitores do recinto, fazendo com que muitos me execrem logo no começo do texto, vou rebater a mais famosa delas, de cara! 

O Kurumada sabe desenhar, sim, seus infelizes!

O lance é que ele desenha de uma forma que você não tá acostumado.

Apesar de Saint Seiya ser dos anos 80, seu autor é da "velha guarda" e opta pelos traços clássicos que os mangás da terra do sol nascente proporcionavam para mancebos nos anos 60/70, época que ele iniciou seu caminho como desenhista.

Julga-lo por isso é o mesmo que dizer que o Go Nagai desenha mal.

Você não diria isso, diria? OLHE BEM O QUE VAI RESPONDER!

E isso serve pra vocês desenhistas iniciantes que olham pra os traços de Saint Seiya e dizem "oh, eu posso fazer muito melhor!". Saibam que estão sendo uns pretensiosos de uma figa! Mas tudo bem, todos passam por isso, eu já passei também.

Uma coisa legal de se observar é que, como todo mangaka através dos anos, ele aperfeiçoou ainda mais as suas técnicas de desenho, seja em quadrinização, arte final ou design, o que é sempre legal de observar. 

BILBO BOLSEIRO DA CONSTELAÇÃO DE PEGASUS

Melhor armadura da série e teje dito.

Sim, há de se ponderar que talvez esse estilo de mangás dos anos 60 tenha envelhecido mal. 

Talvez.

Mas esses traços "retões" de proporções esquisitas são a base de Saint Seiya! Fico sinceramente feliz que ele os mantenha no N ext Dimension também, um digno autor fiel a suas origens.

Outro fator que deve criar ainda mais estranhamento pela arte do Kurumada é o nosso costume com a "nova roupagem" que o lendário e melhor artista que participou de CDZ em qualquer mídia, Shingo Araki, atribuiu ao anime clássico que estamos tão familiarizados e de longe foi o maior dos pilares em popularizar essa série pelo mund... América Latina e adjacências.

Agradecimentos ao Araki, que descanse em paz.


E caso você não tenha dropado do texto depois de  eudizer essas VERDADES, podemos finalmente começar o assunto! Pra quem quiser um compilado dedicado ao tema das artes Kurumandensses, acessem esse ótimo artigo do Jbox AQUI

O que faz um universo fictício consistente?

Respondendo isso diretamente, um universo fictício consistente não é o que mais se aproxima da lógica realista, mas o que consegue criar conexões com o imaginário humano potencializando a narrativa.

E vejam bem, apesar de todas as falhas de roteiro, considero CDZ uma síntese dessa ideia, afinal, trata-se de um emaranhado de conflitos milenares entre divindades gregas poderosas que, em sua maioria, visam apenas seus caprichos e ideais mesquinhos, não se importando com as consequências, muito menos com a humanidade, enquanto mobilizam humanos (vivos ou mortos) para se digladiarem em guerras pretensiosamente qualificadas como "santas", num sistema centenário de reencarnações.



Dentre esses, destaca-se a deusa Atena, sua cabeleira roxa, e seu intento pela justiça e bem estar do mundo e daqueles que vivem nele, carregando um verdadeiro amor pelos seus "santos" guerreiros que lutam desarmados, porém protegidos por armaduras sagradas baseadas diretamente nas constelações zodiacais, "manuseio de cosmo" e em certos casos até...

FUCKING-velocidade-da-luz. 

E convenhamos, é certeza absoluta que o Kurumada não faz ideia até hoje do quão overpower transformou esses 12 energúmenos de ouro, mas mero detalhe.



Ao conceituar seu universo, o autor categorizou constelações, criou hierarquias e armaduras únicas, se inspirando em mitos gregos de uma forma muita criativa, gerando curiosidade de seus fãs em saber como seriam retratados divindades e principalmente os cavaleiros dourados que defendiam suas respectivas casas zodiacais, tornando essa franquia a única coisa na existência que me motivou a descobrir qual era o meu signo em todos os meus anos de vida.

É, revistas TEENS, eu sei que vocês tentaram usar horóscopos completamente ambíguos para dizer que sou "reservado, porém extrovertido, e gosto de pizza com ascendência em puta que pariu", mas na real mesmo eu só queria era soltar uns OUTRA DIMENSÃAAAO ou RELÂMPAGO DE PLAAASMA por aí.

Lembram do HYPE que existia na saga das 12 casas enquanto esperávamos nossos queridos antagonistas representativos serem revelados?

Pois é, deve ter sido o primeiro hype da vida de muita gente, apesar que naquela época não usávamos essa palavra DESCOLADA dos jovens dos dias de hoje!

Brincadeiras a parte, Kurumada sempre se mostrou bem criativo também com os poderes dessa turminha de pesada, ou pelo menos na maioria deles.

Gif legal, né? Pena que ela termina VERGONHOSAMENTE.
Malditos roteiros de fillers do assistente Jairo!

Por sinal, tá no livrinho de regras de todo fã de CDZ puxar sardinha pro defensor do seu signo,  só não vou me abranger nesse tópico porque ele ficaria enorme, mas ressalto que meu cavaleiro de ouro favorito não foi escolhido com esse critério, e na moral eu gosto de praticamente todos.

Apesar que... pra ser sincero, com existência de "Serpentário" bagunçando as datas, eu fico muito em dúvida sobre meu signo hoje em dia...

mas estou divagando.

Dado ao semblante de guerra e fim da humanidade iminente sempre à espreita, é possível entender porque CDZ se leva tão a sério, no sentido MAIS BREGA possível, o que como sabemos e devemos admitir, é o grande charme da franquia.

Observação especial pro Seiya, que pelo menos tenta dar um ar de humor, bem raramente, pra os acontecimentos.

Há de citar também o impacto que o anime trouxe pra nossas vidas com aquela trilha sonora sensacionalmente lúdica, dublagens "godlike" e uma pitada assim de nostalgia, essa obra se tornou exímia em nos dar agulhadas emocionais, se é que me entendem.

                                                                Essa trilha vai na alma.

Pra resumir, meu ponto é: CDZ possui um universo muito bem arquitetado e cheio de lacunas para se explorar, e se o Kurumada não foi tão competente narrativamente para nos ilustrar isso em boa parte da série, pelo menos ele teve o seu grande momento pra se redimir.

E é disso que falamos agora.

A Saga de Hades - Santuário

Depois da saga das 12 casas, onde o autor nos apresentava boa parte da composição do universo da trama...

Depois da saga de Poseidon, onde conheceríamos os marinas de design bacana, o deus dos mares que só apanha da Atena em mais um plano genial para inundar o planeta e de bônus mais um cavaleiro de gêmeos fazendo merda...

Caminhávamos para a saga de Hades, onde o senhor do submundo e sua trupe de servos com armaduras trevosas se mostravam, até então, o maior perigo que iria ser enfrentado por nossos protagonistas adolescentes com vozes de adulto de 30 anos!

Como já observamos, um terreno fértil com conceitos explicados e interações de personagens (algumas tão mal introduzidas que chega a ser frustante) finalmente estava apto para ser explorado.

E acreditem ou não, Kurumada fez um ÓTIMO trabalho.

...

E esse será o maior elogio sincero que farei a um roteiro dele na vida, provavelmente.


A trama gira em torno da invasão de espectros ao santuário, liderados pelo lendário cavaleiro de Áries do século 18 e ex-Mestre do Santuário, Shion, que logo de início confronta seu discípulo, Mu de Áries, o deixando totalmente derrotado psicologicamente e consequentemente também deixando todo fã de CDZ completamente interessado em saber o que diabos está havendo nesta bodega!

Para piorar (ou melhorar, no caso), cinco cavaleiros de ouro estão na empreitada "como espectros" a fim de tomar a cabeça da Atena, os classificando como traidores numa visão superficial e deixando todo fã de CDZ AINDA MAIS INTERESSANDO em saber o que diabos está havendo nesta bodega.

Perceberam o quão corajosa a trama já demostra ser logo no começo? POIS É!

Infelizmente, Mascara da Morte e Afrodite, a duplinha de arrombados carismáticos dos cavaleiros de ouro, não é muito bem aproveitada, pra variar, em algo escrito pelo Kurumada.

"Espera pros spinoffs, nós vamos ser muito legais, seus fí de rapariga!"

Vocês sabem, eles falam uma dezena de coisas DO MAAAAL e depois apanham. Até mesmo Seiya, um cavaleiro de bronze trajando uma armadura ferrada, confronta o MDM com igualdade, apesar que convenhamos, ele é o protagonista então a gente entende.

O que não é o caso de Mu de Áries, que posteriormente finaliza ridiculamente a dupla de espectros com um só golpe bem motivado, o que nem ao menos respeita as regras de narrativa do próprio autor, apesar que eu tenho uma opinião mais elaborada sobre isso para mais tarde.

Enfim.

O mesmo não acontece com a outra TIER de "espectros dourados" que estava ali para por moral e matar Atena. Eles são Camus, Shura e Saga, o trio de cavaleiros, (COMO DIZ O ANIME, afinal ele adora puxar sardinha pra essa galera) mais forte da atual geração, afirmação que causará tretas borbulhosas infinitas em qualquer fórum dedicado da internet sempre que for mencionada, sem exceção.

E eles estão chorando sangue, o que nos alude que algo está errado, que há um sofrimento nesses cavaleiros ao atuarem como traidores. Sem dúvida tem lá o seu impacto.
Entretanto, é bom ressaltar que não lembro dessa qualificação dos "3 mais fortes" no mangá, certamente é algo feito apenas para o anime. Eles são apenas tidos como "um dos mais fortes", mas na real boa parte dos 12 de ouro possuem essa alcunha, né?

De qualquer forma, no seguimento da trama, somos presenteados com interações e conflitos de ideais dos cativos cavaleiros de ouro, e isso é sempre bacana de ver. Posso citar o momento de Kanon defendendo a casa de gêmeos, fazendo com que Saga pondere sobre o arrependimento das maluquices do seu irmão e se emocione com lágrimas, ou o momento de Atena e Milo perdoando Kanon por suas travessuras do passado, apesar do cavaleiro de escorpião não perder a chance de dar umas ferroadas nele enquanto o mesmo desafia a própria morte em busca de expiar o seus pecados e reconstituir sua honra, como um guerreiro zodiacal (aparentemente) deve fazer.

Mas sem dúvida, o grande momento de ação dessa parte da trama acontece entre os 3 renegados e Shaka, que se prepara para lutar até a morte, afinal, lidar com 3 cavaleiros de ouro (que não sejam MDM, Afrodite, tá parei) é realmente morte certa... ou seria, se os "traidores" não fossem pegos logo de cara pela técnica suprema do cavaleiro de virgem, o Tesouro do Céeeeeeeu!!!

O indiano loiro, budista e seguidor da deusa Atena, contemplem The Master of Hipsters!!!
A força dos cavaleiros de ouro

E isso abre o tópico para falar daquela "teoria elaborada" que eu mencionei antes.

 Sabemos da "SITUAÇÃO HIPOTÉTICA" que quando 2 cavaleiros de ouro lutam entre si, uma batalha de MIL dias é gerada, certo? O que nos faz entender que cavaleiros de ouro possuem basicamente a mesma força.

E já tínhamos tido um exemplo claro do acontecido entre Shion e Dhoko.

Mas por que Mu venceu MDM e Afrodite com um só golpe e porque Shaka pressionou tanto Shura, Saga e Camus?

Ou o Kurumada não tá nem aí pra essa merda, afinal é só uma franquia pra vender boneco e garantir saquê infinito, ou temos que interpretar cuidadosamente os momentos do roteiro do nosso querido autor.

Primeiro, EU ACHO que cada cavaleiro de ouro possui uma técnica suprema e absurdamente mortal para qualquer outro semelhante, o que definirá a vitória ao usa-la será só o fato de quem acertar primeiro e da forma correta.

Por exemplo, sabemos que se Afrodite tiver a chance, pode acertar uma Rosa Branca em um adversário, sendo o Jabu ou o Saga, o resultado é o mesmo e será um K.O confirmado.

E claro, ele não é um caso isolado, basicamente todos os 12 de ouro possuem um hit K.O assim.

Então, o que definiria uma batalha na tier de ouro seria a pretensão e motivação do respectivo lutador, afinal, como já tínhamos visto na luta contra Mu, o Shura e o Camus estavam hesitantes ao usarem suas técnicas para matar um de seus companheiros, e o mesmo ocorreu com Shaka.



Sim, então ao pensarem em 2 cavaleiros de ouro lutando à 80 km, se perguntem QUEM TÁ MOTIVADO e teremos o vencedor.

...

...

O que diabos estou fazendo?

Procurando lógica em CDZ?!

Preciso sair mais do quarto e ter interações sociais, urgente.

Pra resumir, Shaka está tão disposto que encontra na morte, talvez, a única forma de entender seus companheiros, os incitando a usar a desonrosa e obscura técnica, Exclamação de Atena, algo tão poderoso que sua força destrutiva equivale ao BIG BANG que deu origem ao nosso universo.




Destruindo a própria honra em lágrimas de sangue, o trio, que está basicamente morto com os sentidos removidos por Shaka, se prepara pra usar essa técnica absurda, protagonizando um dos meus momentos favoritos em CDZ de todos os tempos!

E a sequência desse ataque no anime é bom, mas no mangá é FODA.

As "telas" do Tesouro do Céu virando poeira cósmica.




Leiam a saga de Hades, se puderem, é legal.


Após o momento cheio de agulhadas emocionais, onde a alma de Shaka volta do submundo apenas para passar sua mensagem de iluminação do oitavo sentido para Atena, contemplamos o segundo grandioso momento de ação dessa parte da trama!

Sim, falo do choque entre duas exclamações de Atena, aplicada por Mu, Aioria, Milo e Camus, Saga e Shura, um evento desesperado que iminentemente levaria a destruição de toda....

 a Via Láctea?


Verdade seja dita, nunca em CDZ haviamos passado por tantos ápices em sequência.

No mangá, apenas Shiryu tem o seu momento icônico, afinal todos os de bronze estão longe do santuário. Diferente do anime, que os cinco de bronze protagonizam aquela cena catártica, onde ambos saem para despachar, do jeito mais Joselito possível, as duas exclamações pro espaço, o que até esse momento mostrava, narrativamente, a coisa mais surpreendente que alguém poderia fazer nesse mangá, até mesmo deuses.

E se lembrarmos que os "3 espectros de ouro" estavam quase mortos após perderem seus sentidos e terem sido linchados por Aioria e Miro pós morte de Shaka, mas ainda assim enfrentaram bravamente 3 cavaleiros de ouro de igual pra igual, entendemos porque a direção do anime resolveu puxar sardinha pra eles com o "lance dos mais fortes", mas mera observação.

O resultado dessas catástrofe se resume em Atena não só entendendo o que os renegados estavam fazendo, como tirando sua própria vida, mostrando compaixão pelo amor e devoção dos seus leais guerreiros, o que nos leva para o momento mais icônico da obra original do Kurumada, para minha pessoa, claro.

E essa parte no anime, meus amigos, ganha um tom ainda mais incrível.


Agradecimentos especiais ao exímio dublador do Shion, Luiz Laffey.




Os 6 cavaleiros de ouro haviam se tornado espectros, assumindo não só o dever de matar qualquer ex-companheiro que entrasse em seus caminhos, como assassinar a deusa que eles foram devotos por toda a vida, a fim de despertar a Armadura Sagrada de Atena, pois precisavam do sangue dela pra isso, algo que apenas Shion sabia.

Ao contrário dos outros cavaleiros de ouro, Shaka se leva ao limite para entender os companheiros renegados e morre com o propósito não só de dar algum apoio ao penoso fardo que eles carregavam, como ajudar a própria Atena, com o Arayashiki.

Com os cavaleiros de bronze cientes que, assim como os de ouro, só estavam atrapalhando, apesar de não terem culpa, eles prometem a Shion ajudar Saori e partem para o castelo de Hades com suas armaduras renovadas por sangue divino que logo se transformarão em adornos para bonecos incríveis

...

Digo, guerreiros incríveis!

Pra concluir, talvez essas grandes batalhas silenciosas de auto sacrífico sejam meu ponto fraco, mas ver o quão inacreditavelmente bem feito, numa obra que cresci assistindo e que sempre mostrou deslizes nesse tipo de coisa, foi, é e será sempre muito impressionante e valoroso pra mim.





Considerações finais

Espero ter deixado claro o porquê de considerar esse o melhor roteiro do Kuruma.

Sobre as outras partes da Saga de Hades? Numa análise básica, podemos ver que elas não tem o mesmo timing de acontecimentos incríveis se superando a cada ato, como vemos no santuário, mas nem de longe são ruins, pois complementam a melhor saga de CDZ, no mangá e no anime.

Quem sabe uma hora eu fale delas com maiores detalhes.

Por sinal, eu acho que o FINAL da Saga de Hades é muito corajosa, cara, realmente há de se tecer comentários.

Ah, e também sobre os vários spin offs, pois acompanhei todos e consigo enxergar muita coisa positiva vindo deles.

...

Ok, o Omega é um caso mais complicado... mas ele tem DUAS "MULHERES CAVALEIRO" de ouro, isso já é algo extremamente foda e devíamos ter muito mais disso!





Ou 3, se for contar com a gêmea problemática, afinal isso ainda é CDZ, YEY!


Sugestões de temas, comentários e xingamentos, como sempre, são muito bem vindos.

Nos sigam no FEICE e no TUÍDES.


 Até mais e eu volto no dia MIL.

Agora fiquem com meu encerramento favorito que não tem nada a ver com a Saga de Hades mas eu vou por aqui mesmo assim.

       BLUUUUUUUUUUUUUDRIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

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